quarta-feira, 25 de setembro de 2013
Que louco.
Já pensou, que louco? E se na verdade você poder escolher o que você quiser e não aquele caminho que você acredita que esteja supostamente determinado. E se você ter nascido simplesmente pra ser livre e viver do jeito que te faz feliz? Você não precisa se encontrar, você precisa se criar. Isso mesmo. Criar-se do jeito que você quer, do jeito que você escolher que é melhor pra você. Que louco entender que nada é imposto, que nada está pré-estabelecido e que você pode ser o que você quiser. Quão libertadora e amedrontadora pode ser essa ideia? Que louco poder se criar. Que louco não precisar seguir padrões impostos pela sociedade, família, religião, gênero, raça. QUE LOUCO. Deglutir isso que deve ser difícil. Tem que ter raça pra poder vestir a camisa de ser e se criar a si mesmo. Acho que é por isso que algumas pessoas preferem acreditar que são reféns de sei lá o quê ao invés de irem a luta de si, da sua integração. QUE LOUCO. Que louco não assumir que tudo isso é loucura e fugir da sua própria insanidade que na verdade te faz ser parte do mundo, ser integrado nele, na sua forma peculiar. QUE LOUCO SER LOUCO E FINGIR QUE NÃO SE É.
