sexta-feira, 31 de outubro de 2014

O amor acontece. Te agarra, te puxa, te prende, te fascina. Te agoniza. Te enche, te surpreende. E parece que o sentido da vida se concatena ali, no fluir desse amor. Duas humanidades se unindo, se mesclando, se fundindo, criando novos sentidos. Se desconstruindo e se mobilizando. Qual o sentido da vida, se não o amor? Qual o sentido da alegria, se não é pra te ver sorrir? Qual a utilidade dos lábios, se não são para os meus se juntarem aos teus? Tudo emerge do amor e para o amor. Até as escuridões da alma encontram liberdade no amar.

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Me constrangeu. Simples assim. O seu jeito de me amar me constrangeu. Senti que não merecia e percebi que melhor do que compreender é aceitar. Me ganhou. Me embalou, eu e toda minha confusão, e colocou meus pedaços fragmentados no lugar com uma singeleza até então era desconhecida por mim. Eternizou.
Se arriscar. Se colocar em algum lugar. Lugar que você realmente queira estar. Ser livre pra ser você. Respirar e se maravilhar com as graças da vida. Ser nós mesmos é um tanto desafiador, arriscado, e nos coloca no palco da rejeição, aos mesmo tempo que permite com que façamos escolhas certeiras.