O amor acontece. Te agarra, te puxa, te prende, te fascina. Te agoniza. Te enche, te surpreende. E parece que o sentido da vida se concatena ali, no fluir desse amor. Duas humanidades se unindo, se mesclando, se fundindo, criando novos sentidos. Se desconstruindo e se mobilizando.
Qual o sentido da vida, se não o amor? Qual o sentido da alegria, se não é pra te ver sorrir? Qual a utilidade dos lábios, se não são para os meus se juntarem aos teus?
Tudo emerge do amor e para o amor.
Até as escuridões da alma encontram liberdade no amar.